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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Ainda bem que a gente se jogou



A gente tem uma história que é só nossa, 
um amor que é só nosso, 
uma vida que é só nossa, 
uma família que é só nossa. 
Tudo nosso. 

E com você eu descobri que 
sempre posso ir mais além. 
Você me mostra umas partes que eu não conhecia. 
Me mostra uma força que eu não sabia que tinha. 
Um jeito maduro e ao mesmo tempo infantil 
de continuar vendo a vida. 

Me desarma com tanto bom humor. 
Me mostra coisas que não sabia. 
Me puxa para a realidade, 
pois nem só de sonho se vive. 

Existe uma troca bonita e, hoje, mais madura. 

É que já faz mil dias, amor. 
Mil dias que a gente se encontrou 
e nunca mais saiu de perto um do outro. 
Mil dias que ouvi o que você disse 
e me atirei do precipício. 
Ainda bem que a gente se jogou. 

Ainda bem que você esperou por mim. 

E eu por você.

(Clarissa Corrêa)






Hoje faz 365 dias que eu e meu marido


oficializamos a nossa história de perseverante amor.





quinta-feira, 28 de julho de 2011

Bem entendido


Pra vc que é uma:

Mulher que ajuda a humanidade...

vai este post com todo o meu carinho!

Biah

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Eduardo e Mônica





A história de amor mais cantada do Brasil virou filme.



Direção: Nando Olival 



Produção: O2 Filmes / Criação: Agência Africa / 


Realização: Vivo





terça-feira, 19 de julho de 2011

Sobre as cartas de amor (Clarissa Corrêa)





Dizem que quem fica apaixonado se transforma. 
Pisa nas nuvens, borboletinhas invadem o estômago, 
o coração fica com um sorriso de orelha a orelha, 
o mundo se torna um lugar mais bonito 
e todas as músicas parecem fazer algum sentido. 

Eu concordo.



Esses dias reli uma carta que mandei. 
Era uma carta extensa, que falava dos meus desejos e medos. 
É tão bom quando a gente se livra de qualquer tipo de armadura 
e resolve escutar somente o coração. 
A gente nasce livre, sem qualquer escudo e aos poucos, 
depois das cacetadas da vida, vamos ficando duros. 
Isso me entristece um pouco. 
Sei que faz parte, mas não deixo de ficar triste.



Percebo que as pessoas estão cada vez mais medrosas. 
Guardam o que sentem. 
Se escondem atrás de palavras, atitudes e sentimentos. 
Mostram uma outra pessoa, uma verdade inventada, 
uma pessoa inexistente. 
Pra quê? O objetivo não é ter relações verdadeiras? 
O grande barato da vida não é ter alguém 
pra dividir cada coisinha boa e chata?




Tolos, mostram uma coisa que não são 
e acabam perdendo muito por isso. 
Porque a gente não deve ter a menor vergonha de ser quem é. 
E nem ter medo de mostrar nossos sentimentos mais bonitos.

(Clarissa Corrêa)



Escrevi a minha primeira carta de amor, 
de amor mesmo, em 2005.
Logo eu, tão contida, tão cheia de inseguranças, 
me atirei no misterioso e encantador "precipício" chamado: 
"dizer-o-que-eu-sinto".
Foi uma das melhores decisões que tomei.
Por um pouco de orgulho, por sensatez em excesso,
por medo de encarar o reflexo das minhas emoções 
no espelho e de deixar fluir as palavras e sentimentos... 
por muito pouco,
quase deixei escapar o homem da minha vida.


Ainda bem que (não) fui tola.


" A gente não deve ter a menor vergonha de ser quem é. 
E nem ter medo de mostrar nossos sentimentos mais bonitos."



sexta-feira, 15 de julho de 2011

O que não se perde



Aquilo que é bom, e de verdade, e forte, e importante

- coisa ou pessoa - 

na sua vida, isso não se perde.


(Caio F. Abreu)



segunda-feira, 11 de julho de 2011

Não era pra ser desse jeito

Na minha casa se dizia eu te amo o tempo todo: Mãe, me acorda às seis, te amo. Saí pra comprar pão, amo vocês. Desculpa por ter sido grossa, e obrigada por me amarem mesmo assim. O amor estava nas brigas, nas cócegas, nas cantorias na cozinha e em todos os outros espaços da casa. É tão natural que eu saia por aí espalhando amor, dizendo amor, escrevendo e sorrindo amor. Não sei ser contida e pensar mil vezes antes de dizer que gosto de alguém. Até consigo, mas o amor fica querendo sair por cada poro do meu corpo, tornando uma luta desagradável, essa de não dizer. Não era para ser desse jeito. As pessoas não deviam entrar em pânico e sumir ao ouvir que outras se importam, muito pelo contrário: deviam deixá-las mostrar o que são capazes de fazer pra dividir esse carinho.     ((Verônica Heiss))   http://meme.yahoo.com/espumasaovento/originals/


Na minha casa se dizia eu te amo o tempo todo: 
Mãe, me acorda às seis, te amo. 
Saí pra comprar pão, amo vocês. 
Desculpa por ter sido grossa, 
e obrigada por me amarem mesmo assim. 

O amor estava nas brigas, nas cócegas, 
nas cantorias na cozinha 
e em todos os outros espaços da casa. 

É tão natural que eu saia por aí espalhando amor, 
dizendo amor, escrevendo e sorrindo amor. 
Não sei ser contida e pensar mil vezes 
antes de dizer que gosto de alguém. 

Até consigo, mas o amor fica querendo sair
por cada poro do meu corpo, 
tornando uma luta desagradável, 
essa de não dizer. 

Não era para ser desse jeito. 
As pessoas não deviam entrar em pânico 
e sumir ao ouvir que outras se importam, 
muito pelo contrário: 
deviam deixá-las mostrar o que são capazes 
de fazer pra dividir esse carinho.


(Verônica Heiss)


Fonte:


domingo, 10 de julho de 2011

S.O.S



Ah, passa devagar a tua mão na minha cabeça...



(Caio F. Abreu)