
“Promete saber ser amiga(o) e ser amante,
sabendo exatamente quando devem entrar em cena uma e outra,
sem que isso lhe transforme numa pessoa de dupla identidade
ou numa pessoa menos romântica? (...)
Promete não deixar a paixão fazer de você uma pessoa controladora,
e sim respeitar a individualidade do seu amado,
lembrando sempre que ele não pertence a você
e que está ao seu lado por livre e espontânea vontade?
Sendo assim, declaro-os muito mais que marido e mulher:
declaro-os maduros.”
(Martha Medeiros)
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